LG OLED C6 e G6: o que trazem e o que se pode tirar
Os OLED de 2026 com webOS 26. Aqui também não há ADB. O C6 sobe de processador e perde uma USB, e este ano a LG não publica um único nit.
· 8 min de leitura · Por televisor
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O que é o ADB, o que se pode tirar sem risco e o que fazer quando algo corre mal.
Os OLED de 2026 com webOS 26. Aqui também não há ADB. O C6 sobe de processador e perde uma USB, e este ano a LG não publica um único nit.
· 8 min de leitura · Por televisor
A Tesla dos Balcãs não faz automóveis: é uma marca do grupo Comtrade, de Belgrado. A Vivax é da M SAN Grupa, croata. Nenhuma das duas tem uma plataforma própria.
· 7 min de leitura · Por televisor
Um televisor cujo título diz Fire TV e Android TV ao mesmo tempo, outro sem registo europeu, e oito anos de actualizações que a TCL nunca anuncia.
· 8 min de leitura · Por televisor
Dois nomes para um aparelho idêntico campo a campo, e quase o único dado de memória que a TCL publica no catálogo: 3 GB. O resto é o que não diz.
· 8 min de leitura · Por televisor
O mesmo televisor muda de painel, de watts e até de classe energética conforme o país onde se leia a sua ficha. E os seus 144 Hz são 120 no documento regulado.
· 8 min de leitura · Por televisor
Quarenta e um campos em quarenta e três, idênticos. A única coisa que muda entre dois televisores da TCL é a casa do nome, e o preço na prateleira.
· 7 min de leitura · Por televisor
O televisor que mais gente compra por razões que não são técnicas, lido com a ficha regulamentar ao lado: um HDMI rápido em quatro, 40 W, classe G.
· 8 min de leitura · Por televisor
A gama LED barata da Philips são seis nomes quase iguais. Cinco levam um sistema fechado e um leva Google TV, e na caixa isso não vem escrito.
· 8 min de leitura · Sem Android
A gama nova e a de entrada. Em cima Fire TV, com lista de pacotes e ADB. Em baixo TiVo, que não é Android. E cinco sistemas na mesma montra.
· 8 min de leitura · Por televisor
O fundo da gama Panasonic. Um Mini LED com sistema próprio, uma Android TV com Play Store e dois televisores cuja loja é mantida por uma empresa de Kiel que já não existe com esse nome.
· 8 min de leitura · Sem Android
Três sítios diferentes, um só aviso legal: a mesma sociedade de Zirndorf, o mesmo número de registo e os mesmos quatro gerentes.
· 8 min de leitura · Por televisor
Um stellar de 4.000 euros traz o mesmo VIDAA de uma Hisense, e dentro de um Beovision de 26.100 há um painel LG com webOS. A ficha regulada di-lo.
· 8 min de leitura · Sem Android
A parte alta da gama QNED, de 2025 e de 2026. Também aqui não há ADB. E o modelo mais caro é o que tem menos portas HDMI.
· 8 min de leitura · Por televisor
O U6NQ de 65 polegadas declara 240 zonas de atenuação e o U7Q de 65 declara 220. Descer um degrau não tira aquilo que se julga.
· 8 min de leitura · Sem Android
Os 306 registos EPREL das duas marcas são assinados por uma só sociedade. E desde 1 de Janeiro de 2026 a Grundig está licenciada à Changhong: di-lo o relatório do grupo, numa nota de rodapé.
· 8 min de leitura · Por televisor
O maior grupo de televisores da Europa não põe o nome na loja. De 1.518 registos do EPREL descarregados, 1.195 são assinados por seis sociedades do mesmo grupo.
· 8 min de leitura · Por televisor
Três nomes japoneses e coreanos com décadas de história, hoje licenças: 50 entradas no directório e nem uma plataforma própria entre as três.
· 7 min de leitura · Por televisor
209 descodificadores, 109 marcas, 168 plataformas. Nove marcas de quatro continentes distribuem o mesmo aparelho com o seu nome em cima, e nenhuma diz quem o fabrica.
· 8 min de leitura · Por televisor
Uma pen de trinta euros não é um aparelho: são treze, com memórias de 1 GB a 4 GB. Com a cifra à frente, umas arranjam o televisor e outras repetem-no.
· 7 min de leitura · Por televisor
Setenta fichas deste sítio dizem que o suporte acaba ao fim de três anos. Esta é a que diz o contrário, e também com as datas à frente.
· 8 min de leitura · Por televisor
Seis plataformas no directório, e a Skyworth e a Mecool estão nas seis. Se a caixa é a mesma, o que decide a compra é a memória, o preço e quem responde.
· 8 min de leitura · Por televisor
Num televisor a pergunta é o que se pode tirar. Numa caixa do operador a pergunta vem antes: é sua? Os três contratos dizem que não.
· 7 min de leitura · Sem Android
Oito operadores da Alemanha, Áustria e Suíça distribuem caixas Android TV. A pergunta não é o que se tira: é de quem é o aparelho. Cada contrato responde de forma diferente.
· 8 min de leitura · Sem Android
A gama alta da Toshiba são duas séries com dois sistemas diferentes. E um televisor vendido como OLED cuja ficha técnica declara um painel DLED.
· 8 min de leitura · Por televisor
As três vendem aos milhares em Espanha e quase ninguém as olha por dentro. Ao descarregar os seus catálogos aparecem quatro sistemas operativos, e nenhum é aquele que os próprios sites continuam a anunciar.
· 7 min de leitura · Por televisor
A parte de baixo do catálogo da Sony, a que mais se vende e sobre a qual ninguém escreve. Com um pormenor incómodo: o modelo de 2026 traz menos do que o de 2023.
· 8 min de leitura · Por televisor
O primeiro Sharp europeu com atenuação local, e uma gama irmã onde o eARC já não está na porta em que o deixaram os outros modelos da marca.
· 8 min de leitura · Por televisor
O QLED mais vendido, com as duas fichas lado a lado: o que acrescenta mesmo face a um Crystal UHD e onde o modelo novo anda para trás.
· 8 min de leitura · Por televisor
O chão do catálogo da Samsung: três HDMI, 20 W de som, nenhum valor de brilho e um sistema sem ADB e sem nada para desinstalar.
· 8 min de leitura · Por televisor
Um OLED com Ambilight e um sistema fechado. São os dois únicos OLED da Philips sem Google TV, e entre os dois não há uma única diferença declarada.
· 8 min de leitura · Sem Android
Os Panasonic acessíveis que também ligam na loja da Amazon. O sistema desce intacto desde o Z95A; a repartição de portas, não. Convém saber antes de ligar seja o que for.
· 8 min de leitura · Por televisor
Uma marca de loja não tem fábrica. O que compra é o aparelho de outro com o autocolante da loja, e o directório prova-o sem ser preciso acreditar em ninguém.
· 8 min de leitura · Por televisor
A gama acessível da LG com webOS 25. Aqui também não há ADB. E a velha dúvida (B5 ou C5) resolvida com as duas tabelas da LG lado a lado.
· 7 min de leitura · Por televisor
Num televisor a pergunta é o que se pode tirar. Num leitor é outra: se compensa comprá-lo. Respondem duas cifras, a memória e os anos de suporte.
· 7 min de leitura · Por televisor
Uma marca ucraniana fabricada em Shenzhen e registada em Budapeste, e uma francesa que é da Skyworth desde 2015. Nenhuma das duas vende em kivi.tv nem em strong.tv.
· 8 min de leitura · Por televisor
Três nomes com noventa anos de história e nem uma plataforma própria. As da Sanyo cabem dentro das da Hitachi, e as da Hitachi dentro das da Schneider.
· 7 min de leitura · Por televisor
Sete nomes comerciais sobre uma só plataforma, três plataformas que não partilha com ninguém e um fabricante com morada. A Haier é o caso oposto ao da JVC.
· 7 min de leitura · Por televisor
Três dos televisores mais vendidos em França trazem o nome da loja que os vende. Nenhuma das três marcas tem uma única plataforma sua, e uma delas nem sequer é da cadeia que toda a gente supõe.
· 7 min de leitura · Por televisor
O domínio chiq.eu está à venda, a garantia é assinada por uma sociedade checa e o directório da Google dá à CHiQ duas plataformas que não partilha com ninguém. A marca não fala de nenhuma das três.
· 8 min de leitura · Por televisor
Oitenta e um modelos Thomson e cinco Nokia com Google TV, todos com a mesma casa vazia no registo europeu: a dos anos de actualizações garantidas.
· 8 min de leitura · Por televisor
A gama média da Samsung em 2025: três HDMI em vez de quatro, 60 Hz em vez de 165, e um sistema sem ADB e sem nada para desinstalar.
· 7 min de leitura · Por televisor
A gama mais vendida da Philips não é Android. Não há ADB nem pacotes para desactivar, e dentro da própria gama PUS há uma série que leva Google TV.
· 8 min de leitura · Sem Android
A gama média da LG com webOS 25. Também aqui não há ADB, mas há uma armadilha: na mesma série cabem dois televisores sem nada em comum.
· 8 min de leitura · Por televisor
439 marcas de televisor, 222 plataformas e 401 marcas sem nenhuma própria. Comparar um JVC com um Blaupunkt pode ser comparar duas vezes o mesmo aparelho.
· 9 min de leitura · Por televisor
Uma é da Beko e não vende um único televisor no seu site alemão. A outra não fabrica nada: aluga o nome. E nenhuma delas publica a memória.
· 8 min de leitura · Por televisor
Um Neo QLED e um OLED de 2025 com quatro HDMI que correm as quatro, sem Dolby Vision, e um sistema sem ADB e sem nada para desinstalar.
· 7 min de leitura · Por televisor
O OLED de topo da Panasonic e o seu irmão Full Array LED. Mesmo processador, os mesmos quatro formatos HDR, a mesma repartição de portas e a mesma loja da Amazon ao ligar.
· 8 min de leitura · Por televisor
Dois OLED de 2025 com webOS 25. Não há ADB nem lista de pacotes: o que se desliga é o Live Plus. E as quatro HDMI são mesmo quatro portas rápidas.
· 8 min de leitura · Por televisor
O U8Q é o modelo superior e declara menos uma HDMI do que o U7Q PRO. E em 75 polegadas o painel VA está no que custa menos.
· 8 min de leitura · Por televisor
Um televisor-quadro de 55 polegadas e um aparelho de 116. Compram-se pelo que são fisicamente, e ambos chegam com a plataforma mais fechada do mercado.
· 8 min de leitura · Por televisor
Mini LED com zonas a sério, um bloco promocional que promete um Wi-Fi que a tabela desmente, e três fichas do próprio fabricante publicadas em branco.
· 8 min de leitura · Por televisor
Numa gama em que todo o resto é 4K com Google TV, este fica-se pelo Full HD e pela interface anterior. E a TCL não o diz: há que deduzi-lo.
· 8 min de leitura · Por televisor
Os dois Mini LED da Sony para 2024, com o mesmo software e a mesma distribuição de portas ao contrário. E um interruptor de microfone que não está no mesmo sítio nos dois.
· 8 min de leitura · Por televisor
O topo do catálogo da Hisense, e também o mais fechado. Com uma estranheza na ficha: o UR8 declara mais zonas do que o UR9 nos tamanhos que partilham.
· 8 min de leitura · Por televisor
Dois Mini LED gémeos na montra e bem menos na tabela: o U7E declara cerca de metade a mais de brilho de pico em cada polegada.
· 7 min de leitura · Por televisor
Vinte e quatro modelos sem uma linha sobre a memória que levam, e cinco páginas do próprio fabricante que se desmentem a si mesmas no dado que mais importa.
· 8 min de leitura · Por televisor
Quatro séries que na loja parecem o mesmo televisor em quatro tamanhos. Entre o A5 e o A6 não muda o tamanho: muda o tipo de aparelho.
· 7 min de leitura · Por televisor
Os de 55, 65 e 75 polegadas vão a 60 Hz com 2 GB de RAM e Wi-Fi 5. Os de 85 e 98, a 144 Hz com 3 GB e Wi-Fi 6. Um só nome comercial, dois televisores.
· 8 min de leitura · Por televisor
Os Xiaomi de 2026 não trazem Google TV, mas Fire TV. E entre o F e o F Pro não muda o processador nem a memória: muda o brilho e um formato HDR.
· 8 min de leitura · Por televisor
Dentro da mesma gama, a polegada costuma mudar só o tamanho. Aqui não: o A Pro de 32 tem outra resolução, outra memória, outras HDMI e outro sistema.
· 8 min de leitura · Por televisor
Até 16.848 zonas de cor e 9.000 nits declarados. E um campo mudado de nome na ficha técnica que convém perceber antes de comprar.
· 8 min de leitura · Por televisor
A Sharp vende quatro sistemas operativos diferentes e só a letra do modelo os distingue. Dois deles não aceitam ADB. Convém sabê-lo antes de pagar.
· 8 min de leitura · Sem Android
Dois OLED com Google TV sobre Android 14 e Ambilight de três lados. E um aviso à cabeça: abaixo do OLED810 o sistema é Titan OS e nada disto serve.
· 8 min de leitura · Por televisor
408 zonas, 1.700 nits de pico e 144 Hz com 3 GB de RAM. E três portas HDMI ao todo, das quais o eARC já ocupa uma das duas boas.
· 8 min de leitura · Por televisor
Mesma célula de painel, mesmo processador, mesmo chip de wi-fi, mesmos altifalantes. Uma letra de diferença no nome, e dois sistemas operativos distintos.
· 8 min de leitura · Por televisor
Um Fire TV de gama de entrada cuja ficha declara um brilho de 250, 275 ou 300 sem dizer de quê. E três portas HDMI, com o eARC a ocupar uma delas.
· 8 min de leitura · Por televisor
A Amazon publica a RAM, o processador e a versão de Android dos seus televisores. Nenhum outro fabricante o faz. E o que ali se lê é revelador.
· 8 min de leitura · Por televisor
Três séries que parecem a mesma gama. Uma tem 144 Hz nativos, outra não chega ao Dolby Vision, e entre a primeira e a última há um abismo de cor.
· 8 min de leitura · Por televisor
Até 20.736 zonas e 10.000 nits declarados. E duas páginas da própria TCL cujo título anuncia um brilho diferente do que diz a sua ficha técnica.
· 8 min de leitura · Por televisor
Um Mini LED de 3.000 nits e 2.176 zonas cuja própria marca não publica quantas portas HDMI tem, nem quanta memória leva, nem quantos watts soa.
· 8 min de leitura · Por televisor
O QD-OLED da Sony para 2025, com o som a sair do próprio painel. E uma ficha que declara Android 12 de um lado do Atlântico e nada do outro.
· 7 min de leitura · Por televisor
A Sharp é dos poucos fabricantes que publica na ficha oficial que aplicações vêm instaladas. Aqui está essa lista, e o que fazer com ela.
· 8 min de leitura · Por televisor
Dois OLED com Ambilight de quatro lados e Google TV sobre Android 14. Quatro portas HDMI, das quais só duas correm, e o eARC ocupa uma dessas duas.
· 8 min de leitura · Por televisor
A Metz publica o brilho polegada a polegada, coisa rara. Mas os seus 144 Hz só aparecem no texto comercial, nunca na tabela de especificações.
· 7 min de leitura · Por televisor
Um OLED cujo som sai do próprio painel, com Google TV por cima. E quatro portas HDMI das quais a própria Sony esclarece que só duas correm mesmo.
· 6 min de leitura · Por televisor
Dois nomes para o mesmo televisor, com 144 Hz que são mesmo verdadeiros e quatro portas rotuladas HDMI 2.1 das quais só duas correm.
· 7 min de leitura · Por televisor
A mesma página de produto diz «Android TV 11» num parágrafo e «Google TV» noutro. Quando o fabricante não se entende, só resta perguntá-lo ao aparelho.
· 6 min de leitura · Por televisor
Dois televisores com Fire TV que partilham tudo menos o painel. E um dado que o fabricante não publica em ficha nenhuma: quanta memória levam dentro.
· 6 min de leitura · Por televisor
Um QLED de gama de entrada com Google TV, painel de 60 Hz e um «acelerador de jogo a 120 Hz» que só funciona a 1080p. Convém sabê-lo antes de jogar.
· 7 min de leitura · Por televisor
Um 4K de gama de entrada com Google TV, 2 GB de memória e 16 GB de espaço. E fichas oficiais que se contradizem consoante o país onde as ler.
· 7 min de leitura · Por televisor
A empresa que punha estas marcas em televisores europeus faliu em Abril de 2026. Não haverá mais actualizações. Aqui limpar deixa de ser uma opção e passa a ser o caminho.
· 7 min de leitura · Por televisor
Um mesmo nome para cinco televisores muito diferentes, todos com 8 GB de armazenamento. Aqui limpar não é questão de gosto: é o que mantém o aparelho vivo.
· 6 min de leitura · Por televisor
Mais de quatro mil nits medidos, 1.680 zonas e som Bang & Olufsen. E por cima, um Android 12 que em 2025 já não era novo, num televisor para dez anos.
· 6 min de leitura · Por televisor
O Mini LED da Sony para 2025, com Google TV sobre Android 12. Traz menos acrescentos do que os rivais, e mesmo assim metade do ecrã inicial não é sua.
· 6 min de leitura · Por televisor
Um OLED com Google TV sobre Android 14 e Ambilight. E uma armadilha: o modelo do lado na mesma gama não tem Google TV, por isso a lista não é a mesma.
· 6 min de leitura · Por televisor
Um Mini LED calibrado com o rigor da Panasonic, com os quatro formatos HDR e 1.380 nits medidos. E por cima, a loja da Amazon como ecrã inicial.
· 8 min de leitura · Por televisor
Aqui a loja não vai por cima do televisor: é quem o fabrica. Isso muda o que se pode tirar, e também o que volta sozinho a cada actualização.
· 7 min de leitura · Por televisor
Num Samsung com Tizen não há comandos. Há uma caixa enterrada nos termos e condições que decide se o televisor vê o que vê, HDMI incluído.
· 7 min de leitura · Sem Android
Num LG com webOS a função que vê o que vê chama-se Live Plus, vem ligada de fábrica e desliga-se em quatro cliques. No resto há menos margem.
· 6 min de leitura · Sem Android
Num Hisense com VIDAA nenhum comando lhe serve. O que serve são quatro definições que quase ninguém toca e que levam a maior parte do problema.
· 8 min de leitura · Sem Android
Um Fire TV da Amazon com o nome da Xiaomi à frente. Aqui não há Play Store nem pacotes da Google: o ecrã inicial é da Amazon, e isso muda a lista inteira.
· 6 min de leitura · Por televisor
Mil zonas, 1.500 nits e 64 GB de armazenamento: neste televisor não se limpa por falta de sítio, limpa-se porque o ecrã inicial não é seu.
· 6 min de leitura · Por televisor
Um QLED de entrada com Google TV e apenas 8 GB de armazenamento, onde tirar aplicações não é cosmética: decide se o televisor ainda se consegue actualizar.
· 6 min de leitura · Por televisor
Um Mini LED de gama média com Google TV, painel de 144 Hz e um ecrã inicial que mostra mais coisas do que aquelas que pediu.
· 7 min de leitura · Por televisor
O Google TV mais limpo do mercado traz na mesma coisas que não pediu, e aqui há mais uma coisa a olhar: as funções que só aparecem com uma PlayStation à frente.
· 6 min de leitura · Por televisor
Um 4K de gama média com Google TV, painel honesto para o preço e um ecrã inicial cheio de coisas que não pediu.
· 7 min de leitura · Por televisor
A resposta mais completa de todas: o painel continua bom, por isso deixe-o ser só isso.
· 2 min de leitura · Aplicações e alternativas
Paga um televisor e encontra publicidade no seu próprio ecrã inicial. Tem solução.
· 2 min de leitura · Privacidade e telemetria
A versão do Android decide que comandos funcionam. Aqui ficam duas formas de a descobrir.
· 2 min de leitura · Para começar
Antes de apagar uma coisa chamada com.fabricante.dtvsvc convém descobrir o que faz. Dá para saber.
· 2 min de leitura · Quando algo falha
Um televisor que já não presta como televisor pode funcionar lindamente como painel informativo.
· 2 min de leitura · Aplicações e alternativas
Sete anos sem uma correcção e ligado ao seu Wi-Fi. Não é alarmismo, é aritmética.
· 2 min de leitura · Privacidade e telemetria
Não é paranóia: está escrito nas políticas dos próprios fabricantes. Se alguém as lê é outra conversa.
· 2 min de leitura · Privacidade e telemetria
Nem um milagre nem uma perda de tempo. Aqui fica o que esperar do hardware que tem.
· 2 min de leitura · Para começar
Desligado não quer dizer desligado. Uma smart TV em espera continua a trabalhar, e isso paga-se.
· 2 min de leitura · Privacidade e telemetria
Não é desleixo nem má qualidade. É o modelo de negócio, e percebê-lo explica tudo o resto.
· 3 min de leitura · Privacidade e telemetria
Se o seu televisor é um Samsung ou um LG, a resposta curta é que aqui não há nada para si. A longa explica porquê.
· 2 min de leitura · Por fabricante
A resposta não é um sim nem um não. Depende do que se estraga e de quem tem de provar o quê.
· 2 min de leitura · Legal e garantia
Por onde começar quando não há ficha do seu modelo: o que é quase sempre seguro e o que nunca é.
· 3 min de leitura · Para começar
Um clássico dos televisores mais antigos, e nem sempre a culpa é do router.
· 2 min de leitura · Quando algo falha
O pior cenário, que mesmo assim tem solução porque o firmware nunca foi tocado.
· 2 min de leitura · Quando algo falha
Uma palavra feia que acaba por ser a base jurídica mais sólida que temos.
· 2 min de leitura · Legal e garantia
A funcionalidade que sabe o que está a ver mesmo quando vem de um portátil por cabo.
· 2 min de leitura · Privacidade e telemetria
Há um microfone no comando e às vezes também no aparelho. Convém saber qual é qual.
· 2 min de leitura · Privacidade e telemetria
O painel não avariou. O que avariou foi o que corre por cima dele, e isso tem solução.
· 2 min de leitura · Quando algo falha
Uma directiva nova, em vigor há semanas. O que cobre realmente e o que não cobre.
· 2 min de leitura · Legal e garantia
Quase sempre uma dependência que não parecia uma. Tem solução.
· 2 min de leitura · Quando algo falha
Sete toques que não fazem nada. Aqui ficam as razões e os caminhos alternativos.
· 2 min de leitura · Quando algo falha
A TCL foi das primeiras a apostar no Android TV na gama baixa. Isso quer dizer muitos aparelhos por aí e muito software abandonado.
· 2 min de leitura · Por fabricante
A Sony chegou cedo ao Android TV na gama alta. Os seus Bravia envelhecem bem de painel e menos bem de software.
· 2 min de leitura · Por fabricante
Nem todas as aplicações de vídeo pesam o mesmo. Com 1 GB de RAM a diferença é enorme.
· 2 min de leitura · Aplicações e alternativas
Todo o processo reunido num só sítio, pela ordem em que tem de acontecer.
· 2 min de leitura · Para começar
O cenário mais incómodo, e porque quase sempre tem solução sem mexer em nada fisicamente.
· 2 min de leitura · Quando algo falha
Os 8 GB da caixa passam a 4 reais e 400 MB livres. Eis o que fazer.
· 2 min de leitura · Quando algo falha
Sete erros que se repetem sem parar e custam entre dez minutos e uma tarde.
· 2 min de leitura · Quando algo falha
Um Android TV funciona sem iniciar sessão. Se compensa é outra conversa.
· 2 min de leitura · Privacidade e telemetria
A resposta curta é sim. A longa explica em que se apoia e onde está a linha.
· 3 min de leitura · Legal e garantia
O caminho de volta num comando, e o plano B para quando esse comando não chega.
· 2 min de leitura · Quando algo falha
O nome comercial não serve para procurar. O código na etiqueta de trás serve.
· 2 min de leitura · Para começar
A rede de segurança por baixo de tudo o que fazemos aqui. Convém saber usá-la antes de precisar.
· 2 min de leitura · Quando algo falha
O Fire OS é Android modificado. Quer dizer que o ADB funciona, e que tem de ter mais cuidado.
· 2 min de leitura · Por fabricante
Os Mi TV trazem a camada PatchWall por cima do Android TV. É aí que está quase tudo o que as pessoas querem ver pelas costas.
· 2 min de leitura · Por fabricante
Por trás de meia dúzia de marcas estão três fabricantes. Saber qual lhe calhou resolve metade do problema.
· 2 min de leitura · Por fabricante
Oito causas possíveis, por ordem de probabilidade. A primeira resolve metade dos casos.
· 2 min de leitura · Quando algo falha
Dois fabricantes que andam entre o Android e sistemas próprios. Primeiro trabalho: perceber o que tem.
· 2 min de leitura · Por fabricante
Os televisores Philips são construídos pela TP Vision, e nota-se nos nomes dos pacotes.
· 2 min de leitura · Por fabricante
Duas marcas conhecidas, um só fabricante por trás, e software mais limpo do que é habitual.
· 2 min de leitura · Por fabricante
A Hisense mistura Android TV com a sua camada VIDAA conforme o modelo. O primeiro trabalho é perceber qual tem.
· 2 min de leitura · Por fabricante
A mudança que mais se nota num televisor antigo, e a ordem exacta que o impede de ficar às escuras.
· 2 min de leitura · Aplicações e alternativas
Funciona em qualquer televisor, Android ou não, e nem sequer obriga a mexer no aparelho.
· 2 min de leitura · Privacidade e telemetria
O menu da televisão mostra uma parte. A lista real é bastante mais longa.
· 2 min de leitura · Para começar
Antes de mexer em seja o que for, vale a pena perceber o que é o ADB, quem o pôs lá e porque usá-lo não tem nada de excecional.
· 2 min de leitura · Para começar
Sem cabos e em dois comandos. Com as três coisas que costumam falhar.
· 2 min de leitura · Para começar
Não precisa do Android Studio nem de dois gigabytes. São uns poucos megabytes e funciona nos três sistemas.
· 2 min de leitura · Para começar
Um único comando, e a explicação de porque não parte nada de forma permanente.
· 2 min de leitura · Para começar
Está escondido atrás de sete toques num menu. Aqui tem o caminho exato e o que fazer se o seu modelo não o mostrar.
· 2 min de leitura · Para começar