Por televisor
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LG OLED C6 e G6: o que trazem e o que se pode tirar
Os OLED de 2026 com webOS 26. Aqui também não há ADB. O C6 sobe de processador e perde uma USB, e este ano a LG não publica um único nit.
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Tesla e Vivax: o que trazem e o que se pode tirar
A Tesla dos Balcãs não faz automóveis: é uma marca do grupo Comtrade, de Belgrado. A Vivax é da M SAN Grupa, croata. Nenhuma das duas tem uma plataforma própria.
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TCL S5K, S4K e C655: o que trazem e o que se lhes pode tirar
Um televisor cujo título diz Fire TV e Android TV ao mesmo tempo, outro sem registo europeu, e oito anos de actualizações que a TCL nunca anuncia.
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TCL QM8B, MQLED80 e T7B: o que trazem e o que se pode tirar
Dois nomes para um aparelho idêntico campo a campo, e quase o único dado de memória que a TCL publica no catálogo: 3 GB. O resto é o que não diz.
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TCL Q6C e Q7C: o que trazem de fábrica e o que se lhes pode tirar
O mesmo televisor muda de painel, de watts e até de classe energética conforme o país onde se leia a sua ficha. E os seus 144 Hz são 120 no documento regulado.
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TCL: o mesmo televisor com vários nomes
Quarenta e um campos em quarenta e três, idênticos. A única coisa que muda entre dois televisores da TCL é a casa do nome, e o preço na prateleira.
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Samsung The Frame e The Serif: o que trazem e o que se lhes pode tirar
O televisor que mais gente compra por razões que não são técnicas, lido com a ficha regulamentar ao lado: um HDMI rápido em quatro, 40 W, classe G.
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Panasonic W95B, W85B, W61A e W60A: o que trazem e o que se pode tirar
A gama nova e a de entrada. Em cima Fire TV, com lista de pacotes e ADB. Em baixo TiVo, que não é Android. E cinco sistemas na mesma montra.
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Metz e COOCAA: o que trazem e o que se pode tirar
Três sítios diferentes, um só aviso legal: a mesma sociedade de Zirndorf, o mesmo número de registo e os mesmos quatro gerentes.
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LG QNED 9M, 92A e 85B: o que trazem e o que se pode tirar
A parte alta da gama QNED, de 2025 e de 2026. Também aqui não há ADB. E o modelo mais caro é o que tem menos portas HDMI.
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Grundig e Beko: o que trazem e o que se pode tirar
Os 306 registos EPREL das duas marcas são assinados por uma só sociedade. E desde 1 de Janeiro de 2026 a Grundig está licenciada à Changhong: di-lo o relatório do grupo, numa nota de rodapé.
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Finlux, Luxor e Regal: o que trazem e o que se pode tirar
O maior grupo de televisores da Europa não põe o nome na loja. De 1.518 registos do EPREL descarregados, 1.195 são assinados por seis sociedades do mesmo grupo.
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Aiwa, Daewoo e Akai: o que trazem e o que se pode tirar
Três nomes japoneses e coreanos com décadas de história, hoje licenças: 50 entradas no directório e nem uma plataforma própria entre as três.
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ZTE e SEI Robotics: a mesma caixa com nove logotipos
209 descodificadores, 109 marcas, 168 plataformas. Nove marcas de quatro continentes distribuem o mesmo aparelho com o seu nome em cima, e nenhuma diz quem o fabrica.
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Pens HDMI baratas: o que trazem e o que se pode tirar
Uma pen de trinta euros não é um aparelho: são treze, com memórias de 1 GB a 4 GB. Com a cifra à frente, umas arranjam o televisor e outras repetem-no.
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NVIDIA SHIELD TV e SHIELD TV Pro: o que trazem e o que se pode tirar
Setenta fichas deste sítio dizem que o suporte acaba ao fim de três anos. Esta é a que diz o contrário, e também com as datas à frente.
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Mecool, Skyworth e RockTek: o que trazem e o que se lhes pode tirar
Seis plataformas no directório, e a Skyworth e a Mecool estão nas seis. Se a caixa é a mesma, o que decide a compra é a memória, o preço e quem responde.
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Toshiba MG8F e XA9D: o que trazem de fábrica e o que se lhes pode tirar
A gama alta da Toshiba são duas séries com dois sistemas diferentes. E um televisor vendido como OLED cuja ficha técnica declara um painel DLED.
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TD Systems, Engel e Nevir: o que trazem e o que se pode tirar
As três vendem aos milhares em Espanha e quase ninguém as olha por dentro. Ao descarregar os seus catálogos aparecem quatro sistemas operativos, e nenhum é aquele que os próprios sites continuam a anunciar.
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Sony BRAVIA 2 II, X75WL e X80L: o que trazem e o que se lhes pode tirar
A parte de baixo do catálogo da Sony, a que mais se vende e sobre a qual ninguém escreve. Com um pormenor incómodo: o modelo de 2026 traz menos do que o de 2023.
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Sharp JP7, HP5 e HP6: o que trazem de fábrica e o que se lhes pode tirar
O primeiro Sharp europeu com atenuação local, e uma gama irmã onde o eARC já não está na porta em que o deixaram os outros modelos da marca.
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Samsung Q60D e Q6F: o que trazem e o que se lhes pode tirar
O QLED mais vendido, com as duas fichas lado a lado: o que acrescenta mesmo face a um Crystal UHD e onde o modelo novo anda para trás.
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Samsung DU7000 e DU8000: o que trazem e o que se lhes pode tirar
O chão do catálogo da Samsung: três HDMI, 20 W de som, nenhum valor de brilho e um sistema sem ADB e sem nada para desinstalar.
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Panasonic W80A e MX800: o que trazem de fábrica e o que se lhes pode tirar
Os Panasonic acessíveis que também ligam na loja da Amazon. O sistema desce intacto desde o Z95A; a repartição de portas, não. Convém saber antes de ligar seja o que for.
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OK. e PEAQ: o que trazem e o que se pode tirar
Uma marca de loja não tem fábrica. O que compra é o aparelho de outro com o autocolante da loja, e o directório prova-o sem ser preciso acreditar em ninguém.
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LG OLED B5 e UHD UA: o que trazem e o que se pode tirar
A gama acessível da LG com webOS 25. Aqui também não há ADB. E a velha dúvida (B5 ou C5) resolvida com as duas tabelas da LG lado a lado.
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Leitores externos: o que trazem e o que se lhes pode tirar
Num televisor a pergunta é o que se pode tirar. Num leitor é outra: se compensa comprá-lo. Respondem duas cifras, a memória e os anos de suporte.
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Kivi e Strong: o que trazem e o que se pode tirar
Uma marca ucraniana fabricada em Shenzhen e registada em Budapeste, e uma francesa que é da Skyworth desde 2015. Nenhuma das duas vende em kivi.tv nem em strong.tv.
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Hitachi, Sanyo e Schneider: o que trazem e o que se pode tirar
Três nomes com noventa anos de história e nem uma plataforma própria. As da Sanyo cabem dentro das da Hitachi, e as da Hitachi dentro das da Schneider.
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Haier e Candy: o que trazem e o que se pode tirar
Sete nomes comerciais sobre uma só plataforma, três plataformas que não partilha com ninguém e um fabricante com morada. A Haier é o caso oposto ao da JVC.
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Essentiel B, Continental Edison e Edenwood: o que trazem e o que se pode tirar
Três dos televisores mais vendidos em França trazem o nome da loja que os vende. Nenhuma das três marcas tem uma única plataforma sua, e uma delas nem sequer é da cadeia que toda a gente supõe.
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CHiQ e Changhong: o que trazem e o que se pode tirar
O domínio chiq.eu está à venda, a garantia é assinada por uma sociedade checa e o directório da Google dá à CHiQ duas plataformas que não partilha com ninguém. A marca não fala de nenhuma das três.
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Nokia e Thomson com Google TV: que modelos existem e o que se pode tirar
Oitenta e um modelos Thomson e cinco Nokia com Google TV, todos com a mesma casa vazia no registo europeu: a dos anos de actualizações garantidas.
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Samsung Q7F e Q8F: o que trazem e o que se lhes pode tirar
A gama média da Samsung em 2025: três HDMI em vez de quatro, 60 Hz em vez de 165, e um sistema sem ADB e sem nada para desinstalar.
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LG QNED 80A e 87A: o que trazem e o que se pode tirar
A gama média da LG com webOS 25. Também aqui não há ADB, mas há uma armadilha: na mesma série cabem dois televisores sem nada em comum.
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JVC, Blaupunkt e Hyundai: o que trazem e o que se pode tirar
439 marcas de televisor, 222 plataformas e 401 marcas sem nenhuma própria. Comparar um JVC com um Blaupunkt pode ser comparar duas vezes o mesmo aparelho.
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Grundig e Telefunken: o que trazem e o que se pode tirar
Uma é da Beko e não vende um único televisor no seu site alemão. A outra não fabrica nada: aluga o nome. E nenhuma delas publica a memória.
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Samsung QN90F e S95F: o que trazem e o que se lhes pode tirar
Um Neo QLED e um OLED de 2025 com quatro HDMI que correm as quatro, sem Dolby Vision, e um sistema sem ADB e sem nada para desinstalar.
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Panasonic Z95A e W90A: o que trazem de fábrica e o que se lhes pode tirar
O OLED de topo da Panasonic e o seu irmão Full Array LED. Mesmo processador, os mesmos quatro formatos HDR, a mesma repartição de portas e a mesma loja da Amazon ao ligar.
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LG OLED C5 e G5: o que trazem e o que se lhes pode tirar
Dois OLED de 2025 com webOS 25. Não há ADB nem lista de pacotes: o que se desliga é o Live Plus. E as quatro HDMI são mesmo quatro portas rápidas.
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Hisense U8Q e U7Q PRO: o que trazem e o que se pode tirar
O U8Q é o modelo superior e declara menos uma HDMI do que o U7Q PRO. E em 75 polegadas o painel VA está no que custa menos.
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Hisense S7 Canvas e UXQ: o que trazem e o que se lhes pode tirar
Um televisor-quadro de 55 polegadas e um aparelho de 116. Compram-se pelo que são fisicamente, e ambos chegam com a plataforma mais fechada do mercado.
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Hisense E8Q e E8: o que trazem de fábrica e o que se lhes pode tirar
Mini LED com zonas a sério, um bloco promocional que promete um Wi-Fi que a tabela desmente, e três fichas do próprio fabricante publicadas em branco.
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TCL S5L: o que traz de fábrica e o que se lhe pode tirar
Numa gama em que todo o resto é 4K com Google TV, este fica-se pelo Full HD e pela interface anterior. E a TCL não o diz: há que deduzi-lo.
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Sony BRAVIA 7 e 9: o que trazem de fábrica e o que se lhes pode tirar
Os dois Mini LED da Sony para 2024, com o mesmo software e a mesma distribuição de portas ao contrário. E um interruptor de microfone que não está no mesmo sítio nos dois.
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Hisense UR8 e UR9: o que trazem de fábrica e o que se lhes pode tirar
O topo do catálogo da Hisense, e também o mais fechado. Com uma estranheza na ficha: o UR8 declara mais zonas do que o UR9 nos tamanhos que partilham.
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Hisense U7Q e U7E: o que trazem e o que se lhes pode tirar
Dois Mini LED gémeos na montra e bem menos na tabela: o U7E declara cerca de metade a mais de brilho de pico em cada polegada.
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Hisense E7Q e E7: o que trazem de fábrica e o que se lhes pode tirar
Vinte e quatro modelos sem uma linha sobre a memória que levam, e cinco páginas do próprio fabricante que se desmentem a si mesmas no dado que mais importa.
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Hisense A4, A5, A6 e A7: o que trazem e o que se pode tirar
Quatro séries que na loja parecem o mesmo televisor em quatro tamanhos. Entre o A5 e o A6 não muda o tamanho: muda o tipo de aparelho.
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Xiaomi TV S Mini LED 2026: o que traz e o que se pode tirar
Os de 55, 65 e 75 polegadas vão a 60 Hz com 2 GB de RAM e Wi-Fi 5. Os de 85 e 98, a 144 Hz com 3 GB e Wi-Fi 6. Um só nome comercial, dois televisores.
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Xiaomi TV F e F Pro 2026: o que trazem de fábrica e o que se lhes pode tirar
Os Xiaomi de 2026 não trazem Google TV, mas Fire TV. E entre o F e o F Pro não muda o processador nem a memória: muda o brilho e um formato HDR.
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Xiaomi TV A Pro 2026: o que traz, o que se lhe pode tirar e porque o de 32 é outro televisor
Dentro da mesma gama, a polegada costuma mudar só o tamanho. Aqui não: o A Pro de 32 tem outra resolução, outra memória, outras HDMI e outro sistema.
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TCL RM7L e RM9L: o que trazem de fábrica e o que se lhes pode tirar
Até 16.848 zonas de cor e 9.000 nits declarados. E um campo mudado de nome na ficha técnica que convém perceber antes de comprar.
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Philips OLED820 e OLED850: o que trazem e o que se lhes pode tirar
Dois OLED com Google TV sobre Android 14 e Ambilight de três lados. E um aviso à cabeça: abaixo do OLED810 o sistema é Titan OS e nada disto serve.
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Xiaomi TV S Pro Mini LED 2026: o que traz e o que se lhe pode tirar
408 zonas, 1.700 nits de pico e 144 Hz com 3 GB de RAM. E três portas HDMI ao todo, das quais o eARC já ocupa uma das duas boas.
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Xiaomi FX e X Mini LED: o que trazem de fábrica e o que se lhes pode tirar
Mesma célula de painel, mesmo processador, mesmo chip de wi-fi, mesmos altifalantes. Uma letra de diferença no nome, e dois sistemas operativos distintos.
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Toshiba UF3F: o que traz de fábrica e o que se lhe pode tirar
Um Fire TV de gama de entrada cuja ficha declara um brilho de 250, 275 ou 300 sem dizer de quê. E três portas HDMI, com o eARC a ocupar uma delas.
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Os televisores da própria Amazon: o que trazem e o que se lhes pode tirar
A Amazon publica a RAM, o processador e a versão de Android dos seus televisores. Nenhum outro fabricante o faz. E o que ali se lê é revelador.
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TCL P6L, P7L e P8L: o que trazem de fábrica e o que se lhes pode tirar
Três séries que parecem a mesma gama. Uma tem 144 Hz nativos, outra não chega ao Dolby Vision, e entre a primeira e a última há um abismo de cor.
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TCL C8L e X11L: o que trazem de fábrica e o que se lhes pode tirar
Até 20.736 zonas e 10.000 nits declarados. E duas páginas da própria TCL cujo título anuncia um brilho diferente do que diz a sua ficha técnica.
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TCL C7L: o que traz de fábrica e o que se lhe pode tirar
Um Mini LED de 3.000 nits e 2.176 zonas cuja própria marca não publica quantas portas HDMI tem, nem quanta memória leva, nem quantos watts soa.
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Sony BRAVIA 8 II: o que traz de fábrica e o que se lhe pode tirar
O QD-OLED da Sony para 2025, com o som a sair do próprio painel. E uma ficha que declara Android 12 de um lado do Atlântico e nada do outro.
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Sharp GR8: o que traz de fábrica e o que se lhe pode tirar
A Sharp é dos poucos fabricantes que publica na ficha oficial que aplicações vêm instaladas. Aqui está essa lista, e o que fazer com ela.
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Philips OLED950 e OLED910: o que trazem e o que se lhes pode tirar
Dois OLED com Ambilight de quatro lados e Google TV sobre Android 14. Quatro portas HDMI, das quais só duas correm, e o eARC ocupa uma dessas duas.
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Televisores Metz com Google TV: o que trazem e o que se lhes pode tirar
A Metz publica o brilho polegada a polegada, coisa rara. Mas os seus 144 Hz só aparecem no texto comercial, nunca na tabela de especificações.
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Sony BRAVIA 8: o que traz de fábrica e o que se lhe pode tirar
Um OLED cujo som sai do próprio painel, com Google TV por cima. E quatro portas HDMI das quais a própria Sony esclarece que só duas correm mesmo.
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Sharp FQ5 e FQ8: o que trazem de fábrica e o que se lhes pode tirar
Dois nomes para o mesmo televisor, com 144 Hz que são mesmo verdadeiros e quatro portas rotuladas HDMI 2.1 das quais só duas correm.
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Cecotec A4 e V4: o que trazem de fábrica e o que se lhes pode tirar
A mesma página de produto diz «Android TV 11» num parágrafo e «Google TV» noutro. Quando o fabricante não se entende, só resta perguntá-lo ao aparelho.
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Toshiba UF3D e QF5D: o que trazem de fábrica e o que se lhes pode tirar
Dois televisores com Fire TV que partilham tudo menos o painel. E um dado que o fabricante não publica em ficha nenhuma: quanta memória levam dentro.
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TCL P7K: o que traz de fábrica e o que se lhe pode tirar
Um QLED de gama de entrada com Google TV, painel de 60 Hz e um «acelerador de jogo a 120 Hz» que só funciona a 1080p. Convém sabê-lo antes de jogar.
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TCL P6K: o que traz de fábrica e o que se lhe pode tirar
Um 4K de gama de entrada com Google TV, 2 GB de memória e 16 GB de espaço. E fichas oficiais que se contradizem consoante o país onde as ler.
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Thomson e Nokia com Google TV: que fazer com um televisor órfão
A empresa que punha estas marcas em televisores europeus faliu em Abril de 2026. Não haverá mais actualizações. Aqui limpar deixa de ser uma opção e passa a ser o caminho.
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Xiaomi TV A 2025: o que traz de fábrica e o que se lhe pode tirar
Um mesmo nome para cinco televisores muito diferentes, todos com 8 GB de armazenamento. Aqui limpar não é questão de gosto: é o que mantém o aparelho vivo.
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TCL C8K: o que traz de fábrica e o que se lhe pode tirar
Mais de quatro mil nits medidos, 1.680 zonas e som Bang & Olufsen. E por cima, um Android 12 que em 2025 já não era novo, num televisor para dez anos.
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Sony BRAVIA 5: o que traz de fábrica e o que se lhe pode tirar
O Mini LED da Sony para 2025, com Google TV sobre Android 12. Traz menos acrescentos do que os rivais, e mesmo assim metade do ecrã inicial não é sua.
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Philips OLED810: o que traz de fábrica e o que se lhe pode tirar
Um OLED com Google TV sobre Android 14 e Ambilight. E uma armadilha: o modelo do lado na mesma gama não tem Google TV, por isso a lista não é a mesma.
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Panasonic W95A: o que traz de fábrica e o que se lhe pode tirar
Um Mini LED calibrado com o rigor da Panasonic, com os quatro formatos HDR e 1.380 nits medidos. E por cima, a loja da Amazon como ecrã inicial.
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Fire TV Omni QLED: o que traz de fábrica e o que se lhe pode tirar
Aqui a loja não vai por cima do televisor: é quem o fabrica. Isso muda o que se pode tirar, e também o que volta sozinho a cada actualização.
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Xiaomi TV F2: o que traz de fábrica e o que se lhe pode tirar
Um Fire TV da Amazon com o nome da Xiaomi à frente. Aqui não há Play Store nem pacotes da Google: o ecrã inicial é da Amazon, e isso muda a lista inteira.
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TCL C7K: o que traz de fábrica e o que se lhe pode tirar
Mil zonas, 1.500 nits e 64 GB de armazenamento: neste televisor não se limpa por falta de sítio, limpa-se porque o ecrã inicial não é seu.
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Xiaomi TV A Pro 2025: o que traz de fábrica e o que se lhe pode tirar
Um QLED de entrada com Google TV e apenas 8 GB de armazenamento, onde tirar aplicações não é cosmética: decide se o televisor ainda se consegue actualizar.
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TCL C6K: o que traz de fábrica e o que se lhe pode tirar
Um Mini LED de gama média com Google TV, painel de 144 Hz e um ecrã inicial que mostra mais coisas do que aquelas que pediu.
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Sony BRAVIA 3: o que traz de fábrica e o que se lhe pode tirar
O Google TV mais limpo do mercado traz na mesma coisas que não pediu, e aqui há mais uma coisa a olhar: as funções que só aparecem com uma PlayStation à frente.
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TCL P755: o que traz e o que se pode tirar
Um 4K de gama média com Google TV, painel honesto para o preço e um ecrã inicial cheio de coisas que não pediu.