Limpar um televisor Toshiba, CHiQ ou de marca branca
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Toshiba, CHiQ, Engel, OK, Hyundai, Telefunken, Grundig. Muitas marcas, poucos fabricantes a sério. Por trás de quase todas está um destes três: Vestel (Turquia), TCL ou Changhong.
Porque é que isso importa
Porque o software não vem do símbolo na frente, vem de quem constrói o aparelho. Um Toshiba europeu e um Telefunken podem levar exactamente os mesmos pacotes, e um guia escrito para um funciona para o outro.
Descobrir quem o fez de facto
adb shell getprop ro.product.manufacturer
adb shell getprop ro.product.brand
adb shell getprop ro.build.fingerprint
Normalmente é o fingerprint que denuncia o fabricante real. Se lá vir
vestel, tcl, changhong ou mstar, já sabe que guia procurar.
O processador também ajuda:
adb shell getprop ro.board.platform
MediaTek MT5xxx e Amlogic são os habituais nesta gama.
O que esperar
Estes televisores têm duas constantes:
Pouca memória. 1 GB de RAM é o normal. Com esse número, o Android TV fica apertado por muito impecável que o deixe.
Sem actualizações. Muitos nunca receberam uma única correcção desde que saíram da fábrica. Se o seu tem Android 8 e foi vendido em 2019, são sete anos sem correcções de segurança. É razão suficiente para não o deixar na mesma rede das coisas de que gosta.
O que se pode tirar
O do costume: aplicações de streaming pré-instaladas, modos de demonstração, serviços de recomendação. Nesta gama os modos de demonstração são particularmente frequentes, porque são televisores pensados para ficarem bem na prateleira do supermercado.
O conselho realista
Num televisor de 1 GB, tirar aplicações melhora as coisas mas não faz milagres. O que transforma mesmo a experiência é deixar que o televisor seja um ecrã e pôr a inteligência num aparelho externo. Falamos disso em usar o televisor antigo como monitor.